Aprendiz de alfaiate

Aprendendo uma profissão por causa da necessidade do lar, sua mãe o mandou à alfaiataria do senhor Martin Pannuto, mestre alfaiate, para que Geraldo aprendesse uma profissão e assim pudesse ajudar nas despesas da casa. 

Aí sua bondade e sua simplicidade eram interpretadas como estupidez, e todos zombavam dele, insultavam-no chegando até a maltratá-lo. 

Mas sua resposta era sempre:

"Meu DEUS, que se faça a tua vontade"!

Ali no esforço diário foi assimilando o mistério da Cruz de Cristo. 

Trabalhando para o Bispo quando tinha 14 anos, recebeu o sacramento da crisma pelas mãos de Dom Albino, bispo de Muro. 

Com o Bispo, lá se foi Geraldo para ser seu empregado. Nesse ofício precisou praticar verdadeiro heroísmo. Um sacerdote contemporâneo deixou por escrito, sob juramento, esta declaração: "O Bispo irascível se irritava por qualquer coisinha. Impacientava-se com tudo.

"Ante os maus tratos, mais oração!"


Se nunca chegou a bater em Geraldo, contudo, não lhe poupou toda classe de censuras". A tudo isso unia jejuns e intensa vida de oração. Passava longo tempo numa capela da vizinhança diariamente. 

O Bispo adoeceu e Geraldo cuidou dele como se fosse seu próprio pai.